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sábado, 20 de janeiro de 2018
domingo, 14 de janeiro de 2018
sábado, 23 de dezembro de 2017
terça-feira, 28 de março de 2017
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Papa Francisco quer músicas novas para as missas
Vaticano acredita que "o nível e a qualidade dos cantos são sempre modestos e não respeitam a diversidade cultural
O Vaticano quer renovar os cantos durante as liturgia nas missas, que praticamente repetem as mesmas canções e temas, consideradas “desgastadas” pela Santa Sé. Apesar de ressaltar que o repertório tem aumentado nos últimos anos, o Pontifício Conselho para a Cultura admite que “o nível e a qualidade dos cantos são sempre modestos e não respeitam a diversidade cultural”.
As possíveis mudanças nos cantos litúrgicos serão debatidas em um encontro entre os dias 2 e 4 de março, numa mesa chamada “Música e Igreja: Cultura e Cultura em 50 anos de Música Sacra”.
“Não podemos ter medo de discutir a qualidade da música. O encontro não será um tribunal, vamos discutir, e toda a discussão deve ser o mais universal possível”, disse Carlos Aberto Azevedo, delegado do dicastério vaticano da Cultura. “O encontro propõe estimular uma reflexão profunda, em nível mundial, litúrgico, teológico e fenomenológico que, além das polêmicas estéreis, possa ser uma proposta positiva para um culto cristão, expressão de louvor a Deus e em concordância com a diversidade dos modelos culturais”, afirmou, por sua vez, o presidente do dicastério, cardeal Gianfranco Ravasi.
(Com ANSA)
domingo, 29 de janeiro de 2017
O que fazer quando o padre de minha paróquia age como um ditador?
Os sacerdotes são escolhidos por Deus, do meio do Povo, para servir à Igreja e testemunhar o Redentor no mundo.
Vejamos o que o Código de Direito Canônico diz sobre o Sacramento da Ordem: “Por divina instituição, graças ao sacramento da ordem, alguns entre os fiéis, pelo caráter indelével com que são assinalados, são constituídos ministros sagrados, isto é, são consagrados e delegados a fim de que, personificando a Cristo Cabeça, cada qual no seu respectivo grau, apascentem o povo de Deus, desempenhando o múnus de ensinar, santificar e governar”. (Cân. 1008). Os padres têm a missão de ensinar o caminho certo; de colaborar com a santificação do Povo de Deus e de governar com justiça a comunidade que lhe é confiada.
No entanto, isso não dá ao presbítero o direito de se proclamar o rei todo-poderoso. Numa paróquia, por exemplo, o sacerdote é convidado a presidir a comunidade dos fiéis, incentivando a participação de todos. Muito estranho é ver uma paróquia onde o pároco faz o que quer, quando quer e como quer, mesmo contrariando o gosto e os sonhos de toda a comunidade.
"Devemos sempre nos lembrar de que o padre é um ser humano, susceptível a erros e possuidor de limitações".
Devemos sempre nos lembrar de que o padre é um ser humano, susceptível a erros e possuidor de limitações. Ainda que no seu serviço ministerial o próprio Cristo esteja à frente de seus atos, o padre não deixa de ser pessoa débil e frágil, como bem afirma o Catecismo da Igreja Católica: “Esta presença de Cristo no seu ministro não deve ser entendida como se este estivesse premunido contra todas as fraquezas humanas, contra o afã de domínio, contra os erros, isto é, contra o pecado. A força do Espírito Santo não garante do mesmo modo todos os atos do ministro. Enquanto que nos sacramentos esta garantia é dada, de maneira que nem mesmo o pecado do ministro pode impedir o fruto da graça, há muitos outros atos em que a condição humana do ministro deixa vestígios, que nem sempre são sinal de fidelidade ao Evangelho e podem, por conseguinte, prejudicar a fecundidade apostólica da Igreja”. (CIC, 1550)
Ou seja, a comunidade tem autoridade moral para cobrar de seu sacerdote a postura que lhe deveria ser própria. Um padre que humilha os paroquianos deve ser cobrado severamente.
"...a comunidade tem autoridade moral para cobrar de seu sacerdote a postura que lhe deveria ser própria".
Um sacerdote que negligencia os doentes por causas espúrias, tais como fixar-se na Internet ou ir a festas particulares tem de ser repreendido pelos membros da comunidade. Um presbítero que faz acepção de pessoas, tratando bem somente aquelas de altas posições sociais, e visando apenas ao enriquecimento e ao dinheiro, precisa ser admoestado pelos paroquianos. Não é pecado pedir fidelidade ao seu padre! Mas e se ele não ouvir? E se ele usar seu poder contra aqueles que exigem dele a coerência.
Bem, muitos sacerdotes infiéis à sua vocação têm usado do medo e do autoritarismo para calar as críticas da comunidade. Querem viver acima de todas as leis, sem prestar contas a ninguém. Mas saibam que todos podem recorrer a instâncias superiores. Se na sua paróquia existe alguém arrogante, avarento, prepotente, estúpido, libidinoso, vingativo, antiético, tenha certeza de que você pode recorrer ao bispo de sua diocese. Reúna o conselho ou todos os que estão insatisfeitos com os desmandos do sacerdote, e levem as queixas ao bispo, que têm a obrigação de ouvir os fiéis e de investigar as denúncias. Se forem procedentes as acusações, o padre pode ser punido, até mesmo com a demissão do estado clerical, dependendo da gravidade dos atos.
No Direito Canônico encontramos garantia de punição a todos aqueles que se julgam acima da lei, com risco de perda do estado clerical, o mais terrível mal que um sacerdote pode fazer à sua própria vocação: “O clérigo que perde o estado clerical, de acordo com o direito, com ele perde os direitos próprios do estado clerical, e não está mais sujeito às obrigações desse estado, salva a prescrição do Cân. 291 (o celibato); fica proibido de exercer o poder da ordem, salva a prescrição do Cân. 976 (ouvir confissão de uma pessoa à beira da morte); fica privado, por isso mesmo, de todos os ofícios, encargos e de todo o poder delegado”. (Cân. 292)
"Aconselhar e rezar pelos padres é missão de todo cristão, pois todos somos responsáveis pela Igreja".
Portando, lembramos que a comunidade tem o dever principal de admoestar, de cuidar e de auxiliar os sacerdotes na caminhada vocacional. Aconselhar e rezar pelos padres é missão de todo cristão, pois todos somos responsáveis pela Igreja. Mas há formas de denunciar e extirpar os malefícios causados por ímprobos sacerdotes ao redor de nosso país. A comunidade pode recorrer aos bispos, mas se por ventura alguns desses forem omissos com a comunidade, a comunidade tem o direito de ir a outras autoridades eclesiásticas, que também cobrarão dos bispos a missão de zelar pelas suas ovelhas. O Cristo jamais deve ser traído pelos que o representam, mas se isso acontecer, que os traidores sejam chamados ao tribunal!
Fonte: www.a12.com / Formação
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
domingo, 30 de outubro de 2016
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Nota da CNBB sobre a PEC 241
Na nota, a entidade afirma que continuará buscando uma solução que garanta o direito de todos
Leia o texto na íntegra:
Brasília-DF, 27 de outubro de 2016
P - Nº. 0698/16
P - Nº. 0698/16
NOTA DA CNBB SOBRE A PEC 241
“Não fazer os pobres participar dos próprios bens é roubá-los e tirar-lhes a vida.”
(São João Crisóstomo, século IV)
(São João Crisóstomo, século IV)
O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, dos dias 25 a 27 de outubro de 2016, manifesta sua posição a respeito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, de autoria do Poder Executivo que, após ter sido aprovada na Câmara Federal, segue para tramitação no Senado Federal.
Apresentada como fórmula para alcançar o equilíbrio dos gastos públicos, a PEC 241 limita, a partir de 2017, as despesas primárias do Estado – educação, saúde, infraestrutura, segurança, funcionalismo e outros – criando um teto para essas mesmas despesas, a ser aplicado nos próximos vinte anos. Significa, na prática, que nenhum aumento real de investimento nas áreas primárias poderá ser feito durante duas décadas. No entanto, ela não menciona nenhum teto para despesas financeiras, como, por exemplo, o pagamento dos juros da dívida pública. Por que esse tratamento diferenciado?
A PEC 241 é injusta e seletiva. Ela elege, para pagar a conta do descontrole dos gastos, os trabalhadores e os pobres, ou seja, aqueles que mais precisam do Estado para que seus direitos constitucionais sejam garantidos. Além disso, beneficia os detentores do capital financeiro, quando não coloca teto para o pagamento de juros, não taxa grandes fortunas e não propõe auditar a dívida pública.
A PEC 241 supervaloriza o mercado em detrimento do Estado. “O dinheiro deve servir e não governar! ” (Evangelii Gaudium, 58). Diante do risco de uma idolatria do mercado, a Doutrina Social da Igreja ressalta o limite e a incapacidade do mesmo em satisfazer as necessidades humanas que, por sua natureza, não são e não podem ser simples mercadorias (cf. Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 349).
A PEC 241 afronta a Constituição Cidadã de 1988. Ao tratar dos artigos 198 e 212, que garantem um limite mínimo de investimento nas áreas de saúde e educação, ela desconsidera a ordem constitucional. A partir de 2018, o montante assegurado para estas áreas terá um novo critério de correção que será a inflação e não mais a receita corrente líquida, como prescreve a Constituição Federal.
É possível reverter o caminho de aprovação dessa PEC, que precisa ser debatida de forma ampla e democrática. A mobilização popular e a sociedade civil organizada são fundamentais para superação da crise econômica e política. Pesa, neste momento, sobre o Senado Federal, a responsabilidade de dialogar amplamente com a sociedade a respeito das consequências da PEC 241.
A CNBB continuará acompanhando esse processo, colocando-se à disposição para a busca de uma solução que garanta o direito de todos e não onere os mais pobres.
Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, continue intercedendo pelo povo brasileiro. Deus nos abençoe!
Dom Sergio da RochaArcebispo de Brasília
Presidente da CNBB
Presidente da CNBB
Dom Murilo S. R. Krieger, SCJArcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB
Vice-Presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFMBispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB
Secretário-Geral da CNBB
Fonte: CNBB
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Campanha Missionária 2016 refletirá sobre cuidado com a ecologia
“Cuidar da Casa Comum é nossa missão”. Este é o tema escolhido para a Campanha Missionária em 2016. O lema é extraído da narrativa da criação no livro do Gênesis: “Deus viu que tudo era muito bom” (Gn 1, 31).
O projeto do Criador é maravilho, mas encontra-se ameaçado! A preocupação pela ecologia parte de dois gritos: o grito dos pobres que mais sofrem, e o grito da Terra que geme pela exploração. A temática retoma a Campanha da Fraternidade Ecumênica deste ano e amplia a missão de cuidar da vida em todo o planeta.
O cartaz da Campanha Missionária 2016 mostra que em nossa Casa Comum, tudo está interligado, unido por laços invisíveis, como uma única família universal. E nós recebemos de Deus a missão de cuidar dessas relações. Isso tem a ver com a missão da Igreja.
A Campanha Missionária acontece todos os anos no mês de outubro quando se realiza a Coleta do Dia Mundial das Missões, no penúltimo domingo (este ano dias 22 e 23).
Oração
Pai de misericórdia, que criaste o mundo e o confiaste aos seres humanos.
Guie-nos com teu Espírito para que, como Igreja missionária de Jesus,
cuidemos da Casa Comum com responsabilidade.
Maria, Mãe Protetora, inspira-nos nessa missão. Amém.
Guie-nos com teu Espírito para que, como Igreja missionária de Jesus,
cuidemos da Casa Comum com responsabilidade.
Maria, Mãe Protetora, inspira-nos nessa missão. Amém.
Fonte: Canção Nova
domingo, 18 de setembro de 2016
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Senado lança enquete para a legalização do aborto pelo SUS #VoteContra
ATENÇÃO: O Senado lançou uma enquete em relação ao processo de legalização do aborto pelo SUS.
Por favor, votem CONTRA e compartilhem.
Acesse o link da votação:
https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=119431
Acesse o link da votação:
https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=119431
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
terça-feira, 30 de agosto de 2016
terça-feira, 9 de agosto de 2016
domingo, 24 de julho de 2016
Dia Nacional da Juventude 2016
O tema deste ano é “Juventude e nossa Casa Comum”, e o lema, “Vou criar novo céu e nova terra” (Is. 65, 17). Inspirados na Encíclica do Papa Francisco Laudato Sí, os jovens são convidados a serem portadores e protagonistas da “casa comum”.
Neste ano, os livretos e cartazes do DNJ foram elaborados e impressos pelo Centro de Cursos de Capacitação da Juventude (CCJ). Eles já foram distribuídos durante a Assembleia dos Bispos e a Romaria Nacional da Juventude, ambos ocorridos em Aparecida do Norte (SP), em abril de 2016.
O subsídio custa R$3,50 e o cartaz, R$1,50. Para adquiri-los, basta entrar em contato pelo email livraria@ccj.org.br, pelo site do CCJ ou pelo telefone (11) 2917-1425.
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Catedral Diocesana foi arrombada e assaltada
É com tristeza que informamos a todos que nossa catedral diocesana foi assaltada. Na ocasião o sacrário foi arrombado e objetos litúrgicos roubados. Foram roubadas 2 coroas da Imagem de Nossa Senhora da Conceição, 2 de Nossa Senhora de Fátima, um relicário com fragmento da cruz do Senhor e uma cruz processional dourada.
Atualmente o templo religioso passa por uma reforma e todas as suas atividades religiosas estão suspensas durante o período de manutenção da estrutura física da igreja,que está prevista para conclusão em setembro. O crime foi registrado na Delegacia de Polícia de Nazaré da Mata que investigará o crime.
Confira as fotos por José Diógenes.
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